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Toca do Coelho

A mascar o pensamento à sombra calma da luz irrequieta.

Toca do Coelho

A mascar o pensamento à sombra calma da luz irrequieta.

25/02/18

Sem Âncora

por Olavo Rodrigues

Na linha do conhecimento só há espaço para curvas,

Que se tornam turvas na avalanche de informação

E enquanto isso, eu aprendo sem querer ter razão.

 

Eu não me conheço, pois para os pensamentos, 

Não há casa fixa em mim.

Sempre me altero à medida que me aproximo do fim

Num ritmo mutável e nada lento. 

 

Eu sou vários através do tempo!

Que bom não haver constância em mim.

 

15/01/16

A Atlântida - O Surgimento

por Olavo Rodrigues

Houve uma altura longínqua na qual os seres humanos possuíam um grande nível de consciência ou pureza. Éramos espiritualmente interdimensionais e bastante psíquicos. A comunicação era absolutamente telepática, falar e escrever eram considerados comportamentos primitivos. Era inclusive possível interagir com seres-vivos de outras espécies.

Primeiramente, vivíamos num arquipélago denominado de Lemúria, não obstante, sucedeu uma mudança de consciência no sentido positivo. As ilhas afundaram-se, levando um novo continente a revelar-se na água em simultâneo. Chamámos-lhe Atlântida.

Após o desaparecimento do antigo território, a humanidade dispersou-se para outras ilhas e continentes. De modo a voltar a concentrá-la, seres humanos dotados de um nível de pureza ainda maior que o comum na época (os Mestres Ascensos), criaram vórtices de energia.

Os vórtices em questão organizavam-se na forma da árvore da vida, mas ao invés de haver dez círculos, havia doze - um extra no topo, na ilha de Udal e outro em baixo, na água. Havia dez concentrações energéticas no continente e embora cobrissem centenas de quilómetros, eram projectadas com a precisão de um só átomo. 

A humanidade escolheu mudar-se para a Atlântida graças à Kundalini. Nos seres humanos, a Kundalini é amiúde assinalada como a serpente energética que percorre a coluna vertebral. Quando activada, liberta uma grande quantidade de energia que engloba todos os chacras.

A Terra também tem este elemento, pois está viva como um organismo. A Kundalini do planeta estende-se do centro até a um lugar específico da superfície. É onde a Kundalini estiver que há uma liderança espiritual no patamar mundial. Naquele tempo, a Kundalini escolheu a Atlântida para ser o núcleo de energia de todo o globo. Seguiu-se-lhe o Tibete nos últimos 13 mil anos e voltou a mudar nos catorze mais recentes, no entanto, este é um tópico que pode ser encontrado no livro A Serpente de Luz, de Drunvalo Melchizedek. 

Os ex-lemurianos foram atraídos pela energia dos Mestres Ascensos como traças pela luz, foi uma migração de milhões de indivíduos, um novo capítulo da História estava a chegar. Cada pessoa elegeu um vórtice consoante as características da sua personalidade e construiu cidades.

 

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=4x3Fn7F-Qbk

15/01/16

A Atlântida - Introdução

por Olavo Rodrigues

O conhecimento está a abarrotar de mistérios! Eu concordo com Sócrates, só sei que nada sei. Mas é precisamente isto que faz com que aprender seja tão fascinante!

Este tema é um pouco controverso, não é amplamente falado, mas na minha óptica, tem sentido. Faltam algumas peças importantes à História da humanidade como é o exemplo das pirâmides do Egipto.

Actualmente, não existe nenhuma explicação concreta que elucide a construção destas. Nem um bloco de pedra em particular, que pesa duas toneladas e meia, pode ser carregado por cinquenta homens e arrastado ao longo de centenas de quilómetros para por fim, ser empilhado a 137 metros de altura com uma precisão que ainda escapa à tecnologia moderna. Se analisarmos fontes que aparentemente se revelam absurdas, talvez seja possível concebermos reflexões para determinadas questões. Nem tudo o que é absurdo, o é realmente.

A arqueologia tem feito descobertas revolucionárias no que diz respeito ao passado da nossa espécie. Cidades antigas como a Babilónia, Erech e Acácia são abrangidas na Bíblia e noutras escrituras antigas, porém, sempre foram consideradas mitos por não haver provas da sua existência.

Até que uma foi encontrada, criando uma sequência de encontros com outras ex-civilizações. Dentro de uma das cidades havia cilindros de argila que denunciavam o uso da escrita cuneiforme, todos eles omitidos nas entranhas da terra.

Os documentos oferecem informação que remonta a milhares de anos atrás, relatando a História do planeta e da humanidade com um grande luxo de pormenores.

O primeiro pensamento que nos surge é que os antigos inventaram tal informação, movidos pela necessidade de esclarecimentos. Todavia, se assim é, como se pode explicar que sabiam tantas coisas sobre assuntos que parecem ser impossíveis de conhecer e que ainda hoje dão a volta à cabeça de muitos especialistas?

No caso dos Dogons, eles sabiam bastante sobre os planetas distantes do sistema solar. Os sumérios são outro exemplo, uma vez que descreveram os mesmos detalhadamente. Como podiam ter noção dos equinócios? São precisos 2000 anos de observação para aprender que ocorre o referido fenómeno na Terra. Os sumérios sabiam disto desde o primeiro dia da sua civilização.

Um indivíduo de nome Zacharia Sitchin passou uma eternidade a traduzir a informação e pô-la nos seus livros (Os Reinos Perdidos; Génesis Revisto - As Provas de que os Extraterrestres Estiveram entre Nós; O Código Cósmico; O 12º Planeta; As Guerras de Deuses e Homens; A Escada para o Céu para Atingir a Imortalidade).

Muitos fizeram o mesmo e as interpretações não divergem grandemente.

A espiritualidade diz-me muito, dado que acredito que já fomos melhores do que hoje em dia em diversos aspectos, decrescemos porque inicámos a desvalorização do amor. É difícil aceitar algo como verdade por muito ardentemente que eu o deseje, a incerteza é um dos algozes mais frustrantes que nos perseguem. Por muitas "coincidências" que se encontrem, sentimos sempre a necessidade de ver para crer. 

Contudo, uma coisa é concreta: em todo o mundo estão a nascer crianças com capacidades assombrosas que vieram com o propósito de alterar a estrutura da mentalidade colectiva. Não podem ser obra do acaso.

É porque creio que há muito mais para além daquilo que vivemos e porque somos capazes de reaprender o que perdemos, que trago ao meu cantinho um conjunto de artigos sobre um passado que desafia os limites nulos da imaginação. Eu não digo para acreditarem nisto, façam como eu, reflitam e retirem as vossas próprias conclusões. 

 

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=4x3Fn7F-Qbk

 

 

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