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Toca do Coelho

A mascar o pensamento à sombra calma da luz irrequieta.

Toca do Coelho

A mascar o pensamento à sombra calma da luz irrequieta.

28/09/15

Eu Duvido!

Duvido!
Atrevo-me a dizê-lo com a maior ousadia: duvido!
Duvido deste poema, duvido de mim, duvido de duvidar.
Porque a dúvida está sempre presente.

 

Não duvidar é tomar algo como garantido.
E a garantia pode ser solo completo frágil,
Ao passo que a dúvida é solo inacabado resistente.

 

Visto que só sabemos que nada sabemos,

A certeza de que nada é certo merece também desconfiança.
Tudo é uma suposição, tudo são ramificações de uma estrada.
Olhamos para todos os lados e é possível

Que o conhecimento não passe de uma fachada.

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