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Toca do Coelho

A mascar o pensamento à sombra calma da luz irrequieta.

Toca do Coelho

A mascar o pensamento à sombra calma da luz irrequieta.

15/01/16

A Atlântida - O Surgimento

por Olavo Rodrigues

Houve uma altura longínqua na qual os seres humanos possuíam um grande nível de consciência ou pureza. Éramos espiritualmente interdimensionais e bastante psíquicos. A comunicação era absolutamente telepática, falar e escrever eram considerados comportamentos primitivos. Era inclusive possível interagir com seres-vivos de outras espécies.

Primeiramente, vivíamos num arquipélago denominado de Lemúria, não obstante, sucedeu uma mudança de consciência no sentido positivo. As ilhas afundaram-se, levando um novo continente a revelar-se na água em simultâneo. Chamámos-lhe Atlântida.

Após o desaparecimento do antigo território, a humanidade dispersou-se para outras ilhas e continentes. De modo a voltar a concentrá-la, seres humanos dotados de um nível de pureza ainda maior que o comum na época (os Mestres Ascensos), criaram vórtices de energia.

Os vórtices em questão organizavam-se na forma da árvore da vida, mas ao invés de haver dez círculos, havia doze - um extra no topo, na ilha de Udal e outro em baixo, na água. Havia dez concentrações energéticas no continente e embora cobrissem centenas de quilómetros, eram projectadas com a precisão de um só átomo. 

A humanidade escolheu mudar-se para a Atlântida graças à Kundalini. Nos seres humanos, a Kundalini é amiúde assinalada como a serpente energética que percorre a coluna vertebral. Quando activada, liberta uma grande quantidade de energia que engloba todos os chacras.

A Terra também tem este elemento, pois está viva como um organismo. A Kundalini do planeta estende-se do centro até a um lugar específico da superfície. É onde a Kundalini estiver que há uma liderança espiritual no patamar mundial. Naquele tempo, a Kundalini escolheu a Atlântida para ser o núcleo de energia de todo o globo. Seguiu-se-lhe o Tibete nos últimos 13 mil anos e voltou a mudar nos catorze mais recentes, no entanto, este é um tópico que pode ser encontrado no livro A Serpente de Luz, de Drunvalo Melchizedek. 

Os ex-lemurianos foram atraídos pela energia dos Mestres Ascensos como traças pela luz, foi uma migração de milhões de indivíduos, um novo capítulo da História estava a chegar. Cada pessoa elegeu um vórtice consoante as características da sua personalidade e construiu cidades.

 

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=4x3Fn7F-Qbk

15/01/16

A Atlântida - Introdução

por Olavo Rodrigues

O conhecimento está a abarrotar de mistérios! Eu concordo com Sócrates, só sei que nada sei. Mas é precisamente isto que faz com que aprender seja tão fascinante!

Este tema é um pouco controverso, não é amplamente falado, mas na minha óptica, tem sentido. Faltam algumas peças importantes à História da humanidade como é o exemplo das pirâmides do Egipto.

Actualmente, não existe nenhuma explicação concreta que elucide a construção destas. Nem um bloco de pedra em particular, que pesa duas toneladas e meia, pode ser carregado por cinquenta homens e arrastado ao longo de centenas de quilómetros para por fim, ser empilhado a 137 metros de altura com uma precisão que ainda escapa à tecnologia moderna. Se analisarmos fontes que aparentemente se revelam absurdas, talvez seja possível concebermos reflexões para determinadas questões. Nem tudo o que é absurdo, o é realmente.

A arqueologia tem feito descobertas revolucionárias no que diz respeito ao passado da nossa espécie. Cidades antigas como a Babilónia, Erech e Acácia são abrangidas na Bíblia e noutras escrituras antigas, porém, sempre foram consideradas mitos por não haver provas da sua existência.

Até que uma foi encontrada, criando uma sequência de encontros com outras ex-civilizações. Dentro de uma das cidades havia cilindros de argila que denunciavam o uso da escrita cuneiforme, todos eles omitidos nas entranhas da terra.

Os documentos oferecem informação que remonta a milhares de anos atrás, relatando a História do planeta e da humanidade com um grande luxo de pormenores.

O primeiro pensamento que nos surge é que os antigos inventaram tal informação, movidos pela necessidade de esclarecimentos. Todavia, se assim é, como se pode explicar que sabiam tantas coisas sobre assuntos que parecem ser impossíveis de conhecer e que ainda hoje dão a volta à cabeça de muitos especialistas?

No caso dos Dogons, eles sabiam bastante sobre os planetas distantes do sistema solar. Os sumérios são outro exemplo, uma vez que descreveram os mesmos detalhadamente. Como podiam ter noção dos equinócios? São precisos 2000 anos de observação para aprender que ocorre o referido fenómeno na Terra. Os sumérios sabiam disto desde o primeiro dia da sua civilização.

Um indivíduo de nome Zacharia Sitchin passou uma eternidade a traduzir a informação e pô-la nos seus livros (Os Reinos Perdidos; Génesis Revisto - As Provas de que os Extraterrestres Estiveram entre Nós; O Código Cósmico; O 12º Planeta; As Guerras de Deuses e Homens; A Escada para o Céu para Atingir a Imortalidade).

Muitos fizeram o mesmo e as interpretações não divergem grandemente.

A espiritualidade diz-me muito, dado que acredito que já fomos melhores do que hoje em dia em diversos aspectos, decrescemos porque inicámos a desvalorização do amor. É difícil aceitar algo como verdade por muito ardentemente que eu o deseje, a incerteza é um dos algozes mais frustrantes que nos perseguem. Por muitas "coincidências" que se encontrem, sentimos sempre a necessidade de ver para crer. 

Contudo, uma coisa é concreta: em todo o mundo estão a nascer crianças com capacidades assombrosas que vieram com o propósito de alterar a estrutura da mentalidade colectiva. Não podem ser obra do acaso.

É porque creio que há muito mais para além daquilo que vivemos e porque somos capazes de reaprender o que perdemos, que trago ao meu cantinho um conjunto de artigos sobre um passado que desafia os limites nulos da imaginação. Eu não digo para acreditarem nisto, façam como eu, reflitam e retirem as vossas próprias conclusões. 

 

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=4x3Fn7F-Qbk

 

 

06/01/16

Devaneios e Meteorologia

por Olavo Rodrigues

Não me apetece prestar atenção às aulas. Não que o tema não me interesse, é literatura. Eh, pá, mas ultimamente não tenho estado para aí virado. Lá estou eu distraído outra vez, é inevitável, como se diz: já não é defeito, é feitio. A voz silenciosa do inconsciente fala mais alto que a stôra. Ei! Alto e pára o baile, a doutora está a ditar apontamentos! 

Ena pá, que letra feia! Andei eu a esfalfar-me para melhorá-la e agora parece árabe. A minha caligrafia reflecte-me, é selectiva, só faz cara feia quando lhe dão de comer aquilo de que não gosta, mas ofereçam-lhe imaginação, que ela chama-lhe um figo. Não quero escrever apontamentos, prefiro deambular na divagação. Se pudesse, até me levantava da cadeira e andava de um lado para o outro como faço em casa (principalmente quando estou sozinho). 

Às vezes ouso ir mais longe, dá-me para saltar, rodopiar... A energia ganha uma forma aleatória que me alivia e me diverte. Há quem desenhe, toque instrumentos, cante, entre outros. Eu prefiro escrever ou mexer-me. Já devo ter feito o equivalente a uma prova olímpica a escrever este texto.

Pumba! Uma cabeçada na parede! É bem feita, que é para aprenderes... Ou talvez não. Costumo entrar em piloto automático. Felizmente só colidi com a parede duas vezes, estou bem programado... Vá, dá para o gasto.

Dizem que está mau tempo lá fora. O que é isso de estar mau tempo? O céu também tem direito a reinventar-se, nós não gostamos de vestir roupa preta? Então, ele prefere o cinzento, aliás, a escolha dele até é mais leve. Chove, é verdade, mas a Mãe Natureza tem de cuidar da casa. Isto é tal e qual como estarmos no nosso quarto e ouvirmos um aspirador ensurdecedor. Incomoda, é verdade, mas tem de ser porque se não, comemos pedras.

Creio que devíamos abandonar esta percepção dual da realidade - ciência/religião, branco/preto, sol/chuva. Não existe bom e mau, apenas diversidade. Ninguém gosta de tudo, confesso que não sou uma excepção, mas antes de dizer que não, gosto de tentar ver o lado positivo ou então de esperar por uma oportunidade para o fazer.

O "mau tempo" é nada mais nada menos que um descanso do bom. No Verão e na Primavera extravasamos energia, actualmente é altura de recolher. Podemos aproveitar para criar o nosso próprio positivismo, é a partir das trevas que nasce a luz.

Seria uma boa estratégia desfrutar de cada momento bom ao máximo, já que o clima afecta o psicológico negativamente. É como demorarmos a comer chocolate para o sabor durar mais. Nas estações quentes não há essa necessidade, possuímos abundância. 

Então e se em vez de nos contentarmos com o noticiário deprimente do costume, contássemos as nossas próprias histórias? Não precisam de ser reais, inventamos situações que de igual forma não envolvem obrigatoriamente pessoas reais e andamos mais contentes. Há duas coisas essenciais para se retirar um óptimo proveito de sonhar: uma é a boa imaginação e a outra, o conhecimento para a enriquecer. 

O conhecimento adquire-se maioritariamente na escola (também é saudável procurar outras alternativas), quando se põe os pés em casa, é hora de sonhar. Ou pelo menos devia ser. Não há melhores treinadores que as crianças para exercitar a nossa criatividade. Uma boa história criada em família ao jantar e saem todos a ganhar.

Por vezes pergunto-me se "sonho" não será uma palavra mais bonita para designar "realidade". Convenhamos, quer num plano, quer noutro, podemos cumprirmo-nos, basta termos projectos nos dois lados. 

Um estalar de dedos faz-se ouvir à frente dos meus olhos. O meu colega do lado indica-me que tenho de prestar atenção. Ah, pois é, há um exame para fazer...

06/01/16

Dinheiro... "Blhec"!

por Olavo Rodrigues

Havia um céu aberto cheio de luz,

Toda a gente se deleitava com os raios de sol,

Até que vieste tu e nos puseste o capuz.

 

Tens muita cantiga do bandido, és um garanhão experiente,

Graças a ti o mundo já não é lindo, em cada esquina há um delinquente.

Atrás de ti está o exército de amantes egoístas que conquistaste

É impressionante como o Péssimo se revela,

Seduzido por um simples bocado papel de um traste.

 

Metes-me nojo! 

És ar poluído que está em toda a parte,

É pena não ter um foguetão,

Decerto respiraria melhor em Marte.

 

Meio mundo engana a outra metade,

Que desespero viver debaixo da tirania da desigualdade.

04/01/16

A Diversidade do Simples

por Olavo Rodrigues

Esta é uma prova de como o simples pode também ter uma beleza genuína, complexa e inigualável. 

Há uma coisa que a escrita e a arquitectura têm em comum: ambas as unidades básicas só por si são inúteis, insignificantes e muitas vezes quando mal organizadas, feias.

Um tijolo somente pela sua existência em singular é apenas um mero pedaço de barro. Assim também como as letras - amontoados de tinta banais. Porém, quando juntos com os seus iguais, criam obras de uma magnificência capaz de nos fazer tocar o eterno.

PS: texto escrito com o auxílio de Dulce Xavier.

02/01/16

O Tabagismo Ultrapassa-Me

por Olavo Rodrigues

Ora viva! É possível retirar do título que fumar, esta actividade tão abundantemente praticada em todo o mundo, me faz uma confusão de todo o tamanho, a sua compreensão não cabe definitivamente na minha cabeça, é como tentar encaixar uma esfera numa forma triangular. 

Cada um sabe de si, é um facto, mas a grande questão é: vale mesmo o esforço? Sempre que um fumador acende um cigarro, para além de me afastar um pouco da pessoa por me sentir no total direito de não ser fumador passivo, diversas perguntas surgem na mente deste que vos escreve. Se os prezados leitores tiverem a amabilidade de me responder, eu agradeço imenso. O tema aqui abordado é particularmente interessante porque cada fumador tem o seu ponto de vista.

 

1) A ideia de apanhar cancro não assusta de morte?

2) As imagens horripilantes impressas nos massos não dão arrepios, não dão que pensar sobre a situação ali exposta?

3) Saber mal não devia ser uma razão para largar o tabaco? Caso não, então não se devia negar nada no que diz respeito à comida. 

 

O gosto pelo tabaco é especialmente intrigante devido à sua composição. Toda a gente sabe que bem não faz nenhum, aquilo até alcatrão tem! Mas muitos fumadores continuam a consumi-lo e a inalar aquelas substâncias, tendo noção delas. Isto alimenta o vício da nicotina, provocando estragos que se vão acentuando ao longo dos anos.

Agora de novo uma pergunta à ganância - aquilo que se pretende na vida é vivê-la com qualidade, certo? Ter comida, água potável, higiene, habitação, saúde decentes e sonhos concretizados. Então por que se há-de cortar numa destas coisas se vamos passar um mau bocado?

Foi-me constado por uma fumadora que é relaxante, no entanto, em contradição, momentos depois surte o mesmo efeito que a cafeína. Existe tanta informação hoje em dia, uns minutos de meditação fazem milagres, eu que o diga!

Não estou seguro de que são mais intensos que um cigarro, visto que não tenho meio de comparação, porém, ao menos os meus pulmões ficam intactos.

Caros leitores, somos diariamente massacrados com desgraça e todos nós temos preocupações individuais, creio que não é necessário acrescentarmos outra. 

Sorte a minha a maior parte das pessoas à minha volta não serem fumadoras. O meu pai deixou de o fazer quando eu era pequeno porque sempre que me queria dar um beijinho, eu afastava-me e fazia cara feia por causa do hálito. Outro indivíduo parou devido a um susto cardíaco. Felizmente, foi apenas um susto. 

Há somente duas senhoras que se recusam veemente a divociar-se da adição, a tal que a considera relaxante e uma senhora que exasperada, declarou o seguinte quando a interceptei para falar de um assunto que em nada estava relacionado com o tabaco - eh, puto, deixa-me da mão, eu gosto de fumar! Ponto! Posto isto, deixei de tentar convencer as pessoas oralmente. Contudo, voltei à carga hoje pelo meio escrito e virtual numa demanda de consciencialização.

Prezados leitores, não existe de certeza absoluta algo melhor que a qualidade de vida. Mas claro, cada um sabe de si. 

PS: Deixo um vídeo sobre a meditação para os interessados.

 

 

02/01/16

O Desafio do Ouro Castanho

por Olavo Rodrigues

Ora viva! Eu sinto-me sortudo e exuberantemente lisonjeado, é a segunda vez que sou desafiado num curto espaço de tempo. Dou os meus maiores cumprimentos e agradecimentos ao Angel por me ter facultado esta honra. 

A propósito, quero também tirar o chapéu perante o génio que se lembrou de espalhar este desafio, pois não podia ter tido uma ideia melhor! Agora sem mais demoras e com muita dificuldade, apresento aos/às respeitados/as leitores/as os meu cinco chocolates preferidos!

 

1) Chocolate de leite Milka (derrete-se na boca e faz ficar apaixonado o paladar de qualquer um)

2) Ferrero Rocher (infelizmente não tenho como contratar o Ambrósio para me levar àquelas pirâmides lindas)

3) M&M's (óptimo sabor e sempre óptimos anúncios)

4) Kinder (ah, ah, ah! Eu sei, eu sei, mas há prazeres que nunca se devem perder. Admitam lá, a baba não vos vai à boca só de pensar nos ovos da Páscoa gigantescos?)

5) Chocolate branco (também é uma excelente opção)

 

Assim termino a lista de variantes do meu doce preferido. Desafio a F♥  para lhe dar seguimento. Até à próxima!

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