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Toca do Coelho

A mascar o pensamento à sombra calma da luz irrequieta.

Toca do Coelho

A mascar o pensamento à sombra calma da luz irrequieta.

31/12/15

Dêem as Boas-Vindas à F♥!

Ora viva, bloguistas! Dentre os milhares de colegas novos que se inscrevem na nossa comunidade todos os dias, a rapariga que aqui vai ser retratada é especial ou, pelo menos, para mim, pois faz parte do exímio grupo de pessoas a que tenho o excelente prazer de chamar melhores amigas.

Aconselho-vos vivamente a visitar o cantinho dela: "O Quadro Que Ninguém Viu... O Poema Que Ninguém Leu..."  e não digo isto por conhecê-la desde tenra idade, mas sim porque esta nova potência deixa qualquer um a comer e a chorar por mais. 

Os seus devaneios são compostos por um discurso deliciosamente poético capaz de se instalar numa cabeça por um bom bocado. Comprovem por vocês mesmos!

27/12/15

Tempo de Vacas Gordas

O céu escuro,

Uma lesma rastejante,

Entre mim e as asas há um muro,

Careço da antiga força exuberante.

 

Que tédio, que dor, o pó do deserto,

Aqui já não chove nada ao tempo,

A inspiração parece ainda não estar perto.

 

Eu hiberno, alimentando-me das reservas de gordura,

Mas estou mal e fraco,

Acho que muito mais a comida não dura.

Arrasto-me pelo imenso pó cinzento, mas espera!

No meio do choro encontro um rebento, que reaviva a fera!

 

Dou um pontapé à hesitação, lanço-me à produção de entretenimento,

É hora da edificação, tenho os pulmões e a alma cheios de alento.

Sei que não escrever por falta de conteúdo não é pecado,

Porém, não podia estar mais feliz por o período de seca ter acabado.

 

 

27/12/15

A Harmonia dos Opostos

Na árvore da vida existem vários ramos,

Todos eles divididos em dois,

À luz da sua existência não há insanos, pois

Os opostos são pais do equilíbrio.

 

Não se conhece a luz sem as trevas e vice-versa,

Sem homem e mulher não há mais gente dessa,

Que diz ter posse da genialidade,

Sem a oposição dos sexos, que seria da humanidade?

 

Mantede o equilíbrio, não puxeis apenas para um lado,

Caso contrário a Mãe Natureza dá-nos com o cabo do seu enfado.

Não há bom nem mau, somente esplêndida diversidade,

Não desejeis estar sempre bem ou não sabereis o que é a felicidade.

 

25/12/15

O Natal Chegou à "Toca do Coelho"

Ora viva! Sei que estou um pouco em cima da hora, no entanto, quando Deus distribuiu a concentração, eu estava no fim da fila e por este motivo, o desafio aqui presente quase me passou ao lado.

Quero agradecer vivamente à Andreia por me ter desafiado a enaltecer esta magna festividade, que é também a minha preferida, através deste fantástico questionário. Vamos então ao que interessa:

 

Natal com frio ou calor?

Gosto de que tenha tenha frio suficiente para o Inverno se afirmar. No entanto, como não gosto de extremos, não é do meu agrado ficar com o sangue congelado.

 

O Natal deve ser uma época de sentimentos, emoções, amor e harmonia familiar, mas é também indissociável da palavra "presentes". Qual o melhor e pior presente recebidos até hoje?

 O melhor presente que podem dar-me é a totalidade dos meus entes queridos reunida. O pior é a ausência de um deles. Qualquer um é a estrela no topo da árvore, se alguém faltar, o Natal não é a mesma coisa.

 

Jantar de Natal - Bacalhau, peru ou outro?

 Peru ou outro desde que não seja peixe. Não sou um grande adepto.

 

Lareira ou Aquecedor?

Aquecedor, mas só porque não há lareira. Ah, ah, ah! Ou melhor: oh, oh, oh!

 

O filme de Natal?

Pode ser qualquer um, não é muito importante, porque todos se perdem a conversar ou a olhar para um ecrã luzidio que não o da televisão, de quando em quando. Todavia, estou a pensar em sugerir uma partilha de contos no próximo ano.

 

Bolo Rei ou Rainha?

Nenhum.

 

O Melhor do Natal?

Todo o Natal em si - o amor, a comida, a partilha, a risota... Ingressar na magia do Natal é como abrir um livro novo, pois todos os anos são diferentes.

 

Este questionário devia terminar comigo a nomear outros bloguistas para lhe darem continuidade, mas acontece que não sei se isto tem prazo de validade. Já é dia 25, contudo, por outro lado, a quadra natalícia dura até ao dia 6 de Janeiro. Não sei, estou na dúvida. Além disso, as pessoas que tinha em mente já foram nomeadas. 

Portanto, o que me resta fazer é desejar a máxima felicidade a toda a gente, quer seja no Natal ou não. 

 

 

17/12/15

Minha Musa, já não Cantas para Mim

(A mulher enquadrada neste poema não é real, apenas gosto de sonhar com o amor)

 

Sinto-me vazio, minha musa,
Cavaste um buraco e não o tapaste.
Sempre que vou à tua casa ponho no lugar o que desarrumo.
Por que é tu não me fazes o mesmo a mim?
Olha para este coração, tu realmente!

 

Não se distingue a tristeza do enfado,
A verdade do exagero
E a boa-disposição?
Não sei que é feito dela.
Roubaste-ma com certeza quando partiste.

 

A abundância flui no lado errado,
Em Hades do meu ser.
E o Olimpo já bebia alguma coisa.
Os seus lábios secos estão sedentos de ti.
Mas tu não voltas.

 

De alguma maneira, eu ainda não percebi isso.
Ainda tenho os teus livros ao lado dos meus na prateleira-mor.
Não são pastilhas rançosas que se possam tirar com facilidade.
Ainda te tenho em mim e conservo-te com a resina do meu desejo por ti,
Que é pegajosa e não me larga.

 

O buraco não tem fundo, minha musa.
Já atirei para lá o apoio dos amigos, da família,
Já foi para a lá a minha escrita
(A minha escrita, a minha escrita!)
E nada.

 

Tu és uma namorada desnaturada, mas pior do que isso,
É que és também uma mãe desnaturada.
Quiseste adoptar o meu coração,

Porém deixaste-o ao abandono.
Se não te sentias em condições de ser mãe, não lhe tinhas feito isto.
Não se brinca com a vida de ninguém, especialmente com a dos corações.

 

Ai, minha musa, a tua sorte é que te amo
E que consegues sempre tirar-me o pio.
Por muito bem armado que esteja o meu exército de palavras,
Põe-lo sempre inactivo.
Não conheço a tua arma secreta,

Mas por favor não me digas qual é.
Gosto de te amar.

15/12/15

A Sonhar Erros

Menino/a, brinca com a plasticina.
Fazes o mundo, crias vida.
Há tantas cores para escolher,
Estás atónito/a e indeciso/a.

 

Tantos sonhos para tornar realidade,
Tantas vitórias e falhas possíveis,
Que combinação deves escolher?

 

Da última vez viste uma mistura cinzenta e feia,

Portanto, não demonstras simpatia a um erro tão mau.

 

Todas elas são fantásticas.
Boas ou más são tuas
E contribuem para o teu bem-estar.
Não te massacres, orgulha-te!
Segue em frente e continua a ser criativo/a e genuíno/a.

 

Brinca com a plasticina, 

Mas não deixes que ela brinque contigo.

 

07/12/15

Menina, em que tanto Pensas e não Dizes?

Menina que estás ao meu lado,

Sentada na paragem de autocarro,

Sinto-te barulhenta no teu silêncio.

O teu semblante desabafa a mil à hora,

Mas não se faz ouvir.

É claro que não, não usa o microfone.

 

Tanta barulheira, Deus meu, parece uma praça!

Tanto para ouvir, mas mesmo estando próximos,

Cada um fica no seu canto, fechado,

Sempre a comer do mesmo prato como sempre come,

Separado do outro por uma barreira invisível e incómoda como o vento.

Eu tenho o mesmo problema que tu,

É tramado ter a boca tapada por um fecho encravado.

 

Mas sabes que mais?

O autocarro ainda não chegou e nós já sabemos para onde vamos.

Desconhecer é divertido, eu cá estou farto de conhecer!

Conheço assim e sei que conhecerei assim praticamente todos os dias.

Planeia comigo um caminho incerto.

 

Já te riste hoje?

Contribuíste para a tua felicidade ou para a de outra pessoa?

Sim? Não?

Pois, a mim também me parece.

É desta forma que passamos uma eternidade à espera do que já esperamos,

Todos os dias quase sempre certos.

05/12/15

Ah! Música!

Pela pauta infinita, percorro um caminho,

Amplio a minha alma quando está restrita,

Já não definho.

 

Oiço mil poesias fecundas,

Que me entram nos ouvidos,

E mais do que isso,

Transformam-se em diversos mundos colhidos.

 

A música é o meu espelho,

As minhas emoções são as suas emoções.

Apesar de o reflexo ser virtual,

Não há remédio mais verdadeiro.

 

É a minha grande amiga que não pede nada em troca,

O seu discurso dá-me uma valente moca,

Fico feliz e inconsciente,

As sensações são intensas,

Quero lá saber se não tenho um comportamento decente!

 

Minha amiga, por favor, continua a tocar,

Nunca me canso de te ouvir tagarelar.

 

 

05/12/15

As Batatas Fritas de Pacote São Obra de um Cozinheiro Zangado

George Crum, um cozinheiro que em 1853 trabalhava numa estância de férias em Saratoga Springs, em Nova Iorque, um dia recebeu uma queixa de um cliente acerca da preparação das suas batatas. Segundo este, estavam demasiado grossas e gordurentas. 

Crum enfureceu-se e para se vingar, foi à cozinha para fazer outra dose. No entanto, desta vez cortou as batatas cruas em rodelas muito finas, fritou-as e deu-lhes um banho de sal. Na sua ideia, estava garantido que o cliente se iria arrepender à séria.

Mas enganou-se redondamente! O homem adorou a nova versão e até aconselhou o cozinheiro a abrir um restaurante cuja especialidade era o novo tipo de batatas fritas. Crum assim o fez. As pessoas faziam filas sem fim à vista para conseguirem um lugar. 

À volta de setenta anos mais tarde, alguém descobriu uma maneira de empacotar a iguaria. Earl Wise trabalhava numa mercearia na Pensilvânia e reparou que as suas batatas já não iriam durar muito, portanto, fritou-as em rodelas finas e vendeu-as em sacos de papel. Os clientes deliraram!

Quando em 1925 foi inventada a máquina de descacar batatas, Wise ficou radiante, pois já podia fazer imensas batatas fritas. Rondando 1930, começou a vendê-las em pacotes de papel celofane, que era mais resistente. A Wise foi a primeira marca de batatas fritas de pacote. 

 

Fonte: Colecção Facto ou Ficção? - Será que as Batatas Fritas Foram Inventadas por um Cozinheiro Zangado? E Outras Perguntas sobre Comida

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